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Tipos de sociedade: Conheça 9 tipos e suas diferenças

Os tipos de sociedade mais comuns são: Sociedade Simples, Sociedade Limitada, Sociedade Anônima, Sociedade Cooperativa, Sociedade Unipessoal, Sociedade em Nome Coletivo, Sociedade Comandita por Ações, Sociedade em Comandita Simples e Sociedade em Conta de Participação.
tipos de sociedade

Principais tópicos

Para muitas pessoas, abrir uma empresa própria é um grande sonho. Mas de que forma fazer isso? Se optar fazê-la com apoio de um sócio, quais são os tipos de sociedade que existem e como escolher a melhor?

Essas são apenas algumas das perguntas que assombram os novos empreendedores, também no ramo de e-commerce.

São diversos motivos para tal, mas, no geral, não é difícil concluir que o empreendedorismo não é algo simples, e é bem natural que marinheiros de primeira viagem possuam diversas dúvidas e inseguranças.

Em função de tantas dúvidas, inseguranças, e também dos elevados custos, é bem comum que muitas pessoas optem pelo modelo de sociedade na hora de abrir o seu próprio negócio.

A possibilidade de ter um sócio costuma acalmar a maior parte das pessoas.

Entretanto, a variedade dos tipos de sociedade existentes pode deixar as pessoas bem perdidas e confusas novamente.

Foi pensando justamente nisso que nós decidimos preparar esse texto para você, explicando um pouco mais sobre cada um dos tipos de sociedade que existem.

Já que estaremos tratando desse assunto, também falaremos sobre algumas das suas principais vantagens e desvantagens e como o modelo adequado aos seu caso.

Ficou interessado(a)? Então continue com a gente para descobrir mais sobre os tipos de sociedade, e finalmente como conseguir abrir o seu próprio negócio virtual!

O que é sociedade empresarial?

Antes de começarmos a discutir todos os tipos de sociedade, suas diferenças, semelhanças, vantagens e desvantagens, é muito importante que consigamos entender o que é uma sociedade.

Logo de cara, é importante já deixarmos claro que a legislação brasileira — mais especificamente o código civil —, por meio do direito empresarial, faz uma distinção entre dois tipos de sociedade, a simples e a empresarial.

Falando da sociedade empresarial, que é basicamente o nosso foco, podemos dizer que se trata de uma entidade formada por dois ou mais sócios.

Essa entidade exerce alguma atividade econômica específica, como a comercialização de produtos ou a prestação de serviços, com o intuito final de obter lucro.

O próprio código civil se propõe a trazer uma definição para a sociedade empresarial, que seria:

“Uma organização econômica dotada de personalidade jurídica e patrimônio próprio, constituída por mais de uma pessoa, que tem como objetivo a produção ou a troca de bens, ou serviços com fins lucrativos”.

Conseguiu entender um pouco mais sobre o que são as sociedades empresariais? Então vamos adiante que ainda temos muito mais para ver!]

9 tipos de sociedade para você conhecer

De forma geral, é possível dizer que existem 9 tipos principais de sociedade e que você definitivamente precisa conhecer.

Cada uma dessas opções possui seus próprios recursos, condições, vantagens e desvantagens, e no fim, é sempre bom conhecer bem cada uma dessas características para poder escolher o melhor modelo para você.

Nos próximos tópicos, você encontrará uma explicação básica sobre cada uma dessas modalidades.

Assim, você compreenderá as melhores circunstâncias para cada opção e será capaz de tomar a melhor decisão para o seu e-commerce. Continue a leitura!

Sociedade Simples

O primeiro modelo de sociedade empresarial, é conhecido por ser também a sua versão mais básica.

É justamente por isso que é conhecida como Sociedade Simples.

Esse modelo, que também já foi conhecido como Sociedade Civil, tem como principal característica o fato de só poder ser utilizado para atividades relacionadas à prestação de serviços.

Para que seja enquadrada no modelo, a sociedade deve contar com mais de um sócio possuindo participação no capital social da empresa.

Sociedade Limitada

A Sociedade Limitada é uma das modalidades mais conhecidas e populares entre os empresários, possuindo uma adesão altíssima.

Esse modelo precisa de, pelo menos, dois sócios, podendo aumentar esse número infinitamente e contar, inclusive, com a participação de outras empresas na sociedade.

Para poder fazer parte da sociedade, é necessário possuir uma cota de participação no capital social da empresa, sendo ela proporcional a sua participação.

Ou seja, quanto maior for o seu investimento no capital social da empresa, maior será a sua participação nela.

Além disso, os sócios da empresa devem escolher, por meio de votação, uma pessoa para ser o administrador da empresa, que será também o seu principal representante legal.

A administração também pode ser feita por um grupo de sócios, entretanto, é importante que isso esteja muito bem descrito no contrato social da empresa.

Uma das principais vantagens dessa modalidade, e também um dos principais atrativos para que tantos empreendedores optem por esse modelo, é a proteção que ela traz ao patrimônio.

Basicamente, como a cota de participação de cada um é proporcional ao seu investimento, os custos dos prejuízos também são diluídos de forma proporcional, preservando aqueles que possuem menor patrimônio ou investiram menos.

Sociedade Anônima

As Sociedades Anônimas, ou S/A, também são muito conhecidas no Brasil, entretanto elas acabam tendo como alvo, um público um pouco mais seleto do que o modelo anterior.

Isso ocorre pois esse modelo acaba tendo um nível de complexidade e exigência um pouco acima dos demais, e, por isso, é mais recomendado para empresas mais maduras e desenvolvidas.

Boa parte dessa complexidade, a mais existente nesse modelo, pode ser explicada pelo fato de o capital da empresa não ser associado a nomes, mas sim a ações.

Além disso, há algumas exigências extras, como a existência de pelo menos 7 acionistas diferentes, com suas responsabilidades divididas conforme as suas ações.

Além disso, as Sociedades Anônimas podem ser divididas em duas categorias distintas, sendo elas as de capital fechado e as de capital aberto.

As de capital fechado são aquelas cujas ações são comercializadas exclusivamente entre os sócios já existentes, sem a interação de pessoas externas a esse núcleo.

Enquanto isso, as Sociedades Anônimas de capital aberto são aquelas cujas ações podem ser comercializadas livremente, culminando no ingresso da empresa na bolsa de valores.

Todos esses elementos geram uma complexidade a mais nesse modelo de sociedade, o que torna tudo um pouco mais lento e custoso.

Por isso, não é recomendado para empresas mais recentes e de menor porte.

Sociedade Cooperativa

A Sociedade Cooperativa vai pelo caminho oposto do que foi apresentado anteriormente, não sendo nem ao menos considerada uma sociedade empresarial.

Sendo vista como uma sociedade simples, essa modalidade possui natureza civil e não está sujeita a sofrer falência.

Esse tipo de empresa possui regras bem diferentes dos demais modelos e prioriza a prestação de serviços para os seus associados.

As Sociedades Cooperativas precisam ser constituídas por pelo menos 20 pessoas, não podem ter fins lucrativos e devem atender aos interesses de um grupo específico de pessoas.

Nesse caso, fica claro que a função dessa sociedade difere da função de modelos mais convencionais, voltados para empresas que estão em busca da obtenção de lucro.

Sociedade Unipessoal

A Sociedade Unipessoal é a mais recente dos modelos de sociedade e foi criada pela lei da liberdade econômica de 2019, com o intuito de trazer mais uma alternativa para o empreendedor.

A grande diferença dela para os modelos tradicionais de sociedade, é o fato de romper com uma regra básica deles: a de possuir sócios.

Na prática, a Sociedade Unipessoal funciona tal como uma empresa individual, ou seja, que não possui sócios.

O grande diferencial é trazer o elemento da responsabilidade limitada para o titular, garantindo assim, de forma mais segura, a separação entre o patrimônio pessoal e o empresarial.

Com isso, essa modalidade acaba se transformando em uma alternativa mais acessível para se ter uma EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), que exige um capital social mínimo de 100 salários-mínimos, um valor bem elevado para a maior parte das pessoas.

Sociedade em Nome Coletivo

A Sociedade em Nome Coletivo funciona com base na ideia de todos os sócios serem solidários a todas as necessidades da empresa.

Sendo assim, todos eles respondem no caso de a empresa possuir dívidas, arcando com esse custo, que deve impactar diretamente no patrimônio dos indivíduos.

Justamente por essa característica, apenas pessoas físicas podem constituir a sociedade, e as responsabilidades quanto às dívidas devem ser definidas e limitadas no contrato social da empresa.

Sociedade em Comandita por Ações

Outra modalidade de sociedade que inclusive lembra muito a Sociedade Anônima é a Sociedade em Comandita por Ações.

A grande diferença nesse modelo, entretanto, é o fato de haver responsabilidade ilimitada, porém apenas para a diretoria.

De forma resumida, o capital social da empresa é repartido em cotas, porém apenas os sócios administradores, escolhidos previamente, responsabilizam-se pela empresa.

Um dos principais elementos que contribuem para a semelhança com o modelo de Sociedade Anônima se dá justamente pela possibilidade de a empresa ser tanto de capital aberto, quanto de fechado.

No fim, apenas os diretores poderão ter seu patrimônio comprometido por eventuais dívidas da empresa. Entretanto, para que se chegue a esse ponto, o capital social deve ter se esgotado.

Sociedade em Comandita Simples

A Sociedade em Comandita Simples é considerada um tipo de sociedade mista, uma vez que uma parcela dos sócios possui responsabilidade limitada, e a outra parte não.

Isso ocorre porque, dentro desse modelo de sociedade, é possível haver dois tipos de sócios, os comanditários e os comanditados.

Os sócios comanditários são aqueles que podem entrar com o capital na empresa, sem exercer, entretanto, qualquer tipo de atividade administrativa ou envolvida com a função social da empresa.

Os comanditários também podem ser tanto pessoas físicas quanto jurídicas, abrindo espaço para que outras empresas também se tornem membros da sociedade.

Por outro lado, os sócios comanditados só podem ser pessoas físicas, porém podem participar tanto do capital, quanto da administração.

É por isso que esse modelo é considerado um tipo de sociedade mista, uma vez que os sócios comanditados possuem responsabilidade ilimitada, e os comanditários não.

Por fim, é muito importante dizer que a razão social da empresa pode conter apenas os nomes dos sócios comanditados.

No caso de algum comanditário colocar seu nome no registro, ele passará a possuir responsabilidade ilimitada.

Sociedade em Conta de Participação

O modelo de Sociedade em Conta de Participação, assim como no caso anterior, possui dois tipos principais de sócios, sendo eles os participativos e os ostensivos.

Entretanto, a grande diferença para os demais tipos de sociedade, é o fato de não possuir personalidade jurídica, autônoma.

Diferenciando os tipos de sócios, o ostensivo deve ser obrigatoriamente um empresário utilizando seu nome para executar a função social da empresa.

Além disso, ele também se torna o responsável pela administração do negócio.

Por outro lado, o sócio participativo não possui responsabilidade jurídica e já chegou até mesmo a ser conhecido como o sócio oculto.

Esse modelo costuma ser utilizado principalmente para comércio e, por isso, pede por um dos sócios como sendo empresário.

Vantagens e desafios de empreender em sociedade

Após ter passado pelos diversos tipos de sociedade existentes, é bem comum que você já tenha ficado imaginando o seu e-commerce aberto, junto dos seus sócios.

Entretanto, é válido dizer que nem tudo são flores e que, muitas vezes, a opção por abrir uma empresa em sociedade pode apresentar algumas desvantagens.

Mas calma: não é como se fosse uma péssima ideia também!

Existem muitos pontos positivos na opção por trabalhar com um sócio, e o mais importante é saber pesar cada uma deles.

Afinal, cada um de nós possui a sua própria realidade, personalidade, hábitos e características, ou seja, pode acabar não tendo determinado problema que outros possuem.

Pensando nisso, nós decidimos separar para você algumas das principais vantagens e desafios de empreender em sociedade.

Assim, você poderá conhecer, analisar e se preparar para cada uma dessas circunstâncias.

Ficou curioso? Então continue com a gente para descobrir mais!

Vantagens

Divisão do investimento

A primeira vantagem, e também a mais óbvia quando estamos pensando nos benefícios de se optar por abrir uma empresa em sociedade, está no investimento.

Mesmo em casos de pessoas com uma renda mais elevada, possuir um sócio costuma ser sinônimo de ter um investimento pelo menos um pouco superior ao que seria sem ele.

Com essa divisão que pode ocorrer entre os sócios, o processo de abertura e a iniciação das atividades da empresa podem ser menos custosos para ambas as partes.

Dessa forma, pessoas que talvez não tivessem condições de investir no seu próprio negócio, ou que ficariam muito apertadas se o fizessem, têm a oportunidade de fazer isso em conjunto com outras pessoas de confiança, aliviando seu custo.

Ajuda administrativa

Muitas vezes, a tarefa de organizar e gerenciar uma empresa pode ser extremamente difícil, cansativa, e trabalhosa, e, tendo-se um ou mais sócios, é possível dividir um pouco as atividades.

Dessa forma, as chances de alguém ficar sobrecarregado diminuem consideravelmente, o que ajuda na qualidade da gestão, ao mesmo tempo que diminui o risco de erros e confusões.

Redução de risco

Esse ponto está diretamente ligado aos últimos tópicos e diz respeito ao nível de risco que o empreendedor assume ao abrir uma empresa em sociedade.

De forma resumida, quando pensamos em uma empresa aberta por uma única pessoa, estamos dizendo que foi esse indivíduo que se responsabilizou por todo o investimento inicial da empresa.

Já em um cenário de sociedade, esse investimento será dividido, mesmo que não nas mesmas proporções.

Basicamente, isso significa que o risco diminui consideravelmente, pois o valor que será investido também poderá diminuir, para ambas as partes.

Além disso, poder contar com a ajuda de uma pessoa de confiança e com experiências diferentes da sua na administração da empresa também pode ajudar na obtenção de melhores resultados e passar mais confiança.

Mais pontos de vista

É extremamente natural que, ao longo do tempo, uma empresa tenha que lidar com os mais variados tipos de problemas e desafios.

Buscar boas soluções para isso costuma ser bem complicado.

Justamente por isso, possuir sócios pode ser uma ótima forma de se observar uma mesma situação por diferentes pontos de vista, trazendo diversas sugestões para lidar com ela.

Assim, é possível pesar os prós e os contras de cada ideia, até selecionar qual a melhor opção.

Entretanto, para que isso funcione bem, é fundamental que haja confiança e respeito entre os sócios, para que cada ponto de vista seja devidamente respeitado e levado em consideração.

Experiências complementares

Por fim, é extremamente natural que cada um de nós possua as suas próprias afinidades e especialidades, inclusive profissionalmente.

Dito isso, é praticamente impossível encontrar alguém que realmente possua um amplo domínio sobre tudo; portanto, ter sócio é ter uma pessoa, ou mais, para ajudar a complementar aquelas áreas sobre as quais você não tem tanto conhecimento.

Desafios

Divisão de lucros

A primeira das desvantagens é que os lucros obtidos pela empresa precisarão ser repartidos entre você e os seus sócios, de acordo com as regras da modalidade de sociedade escolhida.

Dificuldade de consenso

Um dos maiores pontos fortes das sociedades também pode se tornar uma desvantagem considerável quando não for bem gerida.

Basicamente, a pluralidade de ideias e os pontos de vista podem ser muito benéficos para se encontrar novas soluções, mas pode ser difícil decidir qual a mais apropriada.

Além de eventuais dificuldades de se fazer com que os sócios cheguem a um acordo, há ainda a questão que para algumas pessoas, não ter sua ideia acatada pode ferir seu próprio ego.

Sendo assim, não é impossível que impasses sejam criados e que eventualmente algumas decisões possam demorar bastante para serem tomadas, em função da falta de consenso.

Atritos entre sócios

Indo na mesma linha da desvantagem anterior, ao se possuir uma empresa em sociedade, é preciso estar consciente de que eventualmente podem ocorrer discordâncias sobre qual o melhor caminho a ser seguido.

Essas discordâncias não são um problema em si, e podem até mesmo ser bem-vindas, o problema é quando eventualmente alguns sócios podem levar para o pessoal.

Confiança

Outra questão é a confiança entre os sócios, afinal, sem ela, será praticamente impossível trabalharem juntos.

Lembre-se de que muitas vezes um cuidará da gestão quando o outro não puder, e eventuais práticas ilegais podem respingar em você.

Por isso, é fundamental conhecer bem a pessoa que está trabalhando ao seu lado, até mesmo para evitar complicações futuras.

Encerramento do negócio

Por fim, mas igualmente importante, uma das grandes desvantagens da sociedade é quando todos esses conflitos entre as partes se tornam tão insuportáveis que acabam levando ao fim da empresa.

Convenhamos que é praticamente impossível gerir um negócio estando sempre em pé de guerra com os demais donos dele, e isso muitas vezes pode resultar no fim daquela empresa.

Como escolher o melhor tipo de sociedade?

Após falarmos tanto sobre vantagens e desvantagens e explicar cada um dos tipos de sociedade existentes, com certeza você está se perguntando qual modelo escolher.

A grande questão é que não há um melhor tipo, entretanto, cada um deles possui suas vantagens, e, para avaliar qual será mais útil e eficaz para você, é importante entender mais sobre a sua própria empresa.

Por isso, separamos 5 dicas para ajudar você a escolher o melhor tipo de sociedade para a sua empresa.

Está preparado? Então siga com a gente!

Entenda as atividades da sua empresa

O primeiro passo é compreender qual o tipo de atividade exercida pelo seu negócio para a partir disso começar a entender qual a melhor opção.

Um bom exemplo disso são as atividades sem fins lucrativos, que acabam sendo Sociedades Cooperativas.

Analise o capital social

O capital social é parte fundamental do processo de abertura de uma empresa e, a depender da atividade exercida, pode ser necessário um investimento inicial realmente alto.

Sendo assim, avalie quais das opções de sociedade oferecem as melhores condições para a declaração do capital social dentro da atividade que você pretende exercer.

Entenda qual o grau de maturidade da empresa

Entender o grau de maturidade da empresa, além das habilidades dos sócios, é também um ponto bem importante.

Afinal, dependendo da opção escolhida, a relação e equilíbrio de poderes entre os sócios pode se dar de forma bem diferente.

Para empresas menores, no geral, a Sociedade Limitada pode sem uma opção interessante, enquanto que para empresas maiores e mais maduras, as Sociedades Anônimas talvez façam mais sentido.

Considera a divisão das responsabilidades

Leve em consideração também quantas pessoas farão parte da sociedade e qual o grau de responsabilidade que cada um pretende ter.

Leve em consideração modelos de responsabilidade limitada, ilimitada, ou até mesmo mista, a depender de como se dará a divisão das responsabilidades.

Consulte um especialista

Por fim, lembre sempre que, quando se trata de assuntos contábeis, a melhor opção, quase sempre é procurar a opinião de um contador, para que ele possa orientar você a tomar a melhor decisão.

Dessa forma, você consegue ter um profissional especializado no assunto tirando todas as suas dúvidas e ajudando a entender qual a melhor opção para você.

No fim, existem 9 tipos principais de sociedade, cada uma delas com suas vantagens e desvantagens, que devem ser pesadas de acordo com as circunstâncias de cada empresa.

Entretanto, um ponto comum a todos os modelos, é a necessidade de possuir sócios de confiança, para garantir o bom funcionamento da sua empresa.

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